O testemunho de quem privou com o Pe. Brás

A conferência de encerramento do cinquentenário da morte do Pe. Joaquim Alves Brás esteve a cargo de um homem que privou com ele. Monsenhor Vítor Feytor Pinto era seminarista na altura em que o Pe. Brás era diretor Espiritual no Seminário da Guarda.

Monsenhor Vítor Feytor Pinto esteve em Fátima no dia 19 de junho (dia da Peregrinação Internacional da Família Blasiana e encerramento das celebrações dos 50 anos da morte de Monsenhor Alves Brás) para recordar alguns dos encontros que teve com o Pe. Brás e para falar das paixões que pautaram a vida do “apóstolo da família”: a paixão por Cristo, pela Igreja e pelos problemas do mundo. É a coexistência destas três paixões que faz “romper uma ação social organizada que foi espetacular e inovadora”, afirmou Monsenhor Vítor Feytor Pinto.

Depois de um olhar pela história e pela obra que o Pe. Brás deixou, Feytor Pinto, afirmou que quem comandou toda a vida do Pe. Brás foi “um coração encharcado de amor”. Acreditando que foi um Santo, Monsenhor Feytor Pinto espera que “Deus faça sair da escuridão o processo de beatificação”. Palavras que foram largamente aplaudidas pela assembleia.

Texto: IM/Jornal da Família